Perguntas Frequentes - Infância e Adolecência - Associação Municipal de Apoio Comunitário

Perguntas Frequentes - Infância e Adolecência
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O adolescente poderá fazer o curso oferecido pelo Promad e, posteriormente, de acordo com a avaliação de desempenho, participar de seleção para o mercado de trabalho como Aprendiz de Serviços Administrativos. Cabe ressaltar que a demanda de atendimento é superior ao número de vagas oferecidas, sendo priorizados, desta forma, os casos de maior vulnerabilidade encaminhados pelos CRAS e a escolaridade mínima de 8º ano do Ensino Fundamental.

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O encaminhamento para o mercado de trabalho como Aprendiz de Jardinagem, poderá ser feito a partir de 18 anos de idade, atendendo à Portaria do Ministério do Trabalho, MTE nº 723/2012.

Na faixa etária de 14 à 17 anos de idade são oferecidas oficinas em diversas áreas, ligadas ao meio ambiente e à jardinagem, e os adolescentes que tiverem bom aproveitamento poderão ser encaminhados ao mercado de trabalho/aprendizagem, de acordo com a demanda de vaga nas empresas conveniadas.

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Temos cursos profissionalizantes, que a cada ano são modificados para dinamizar o serviço e atender melhor à demanda da comunidade. As atividades esportivas destinam-se para a faixa etária de  7 anos à 17 anos.

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Os candidatos deverão passar por atendimento técnico, apresentar projeto, realizar cadastro e aguardar definição da coordenação e equipe em relação às necessidade/ demandas da Unidade.

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Sim. As casas de acolhimento com serviços executados pela AMAC mantém um atendimento técnico para triagem, apresentação do Serviço, cadastro, preparação e acompanhamento dos candidatos a padrinhos.

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Podem ser feitas diretamente nas casas ou na sede da AMAC. São bem-vindas qualquer tipo de doação, em especial roupas infantis e juvenis, brinquedos e móveis (para repassar para os familiares dos acolhidos).

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Os interessados em adotar crianças e adolescentes deverão procurar a Vara da Infância e Juventude para se inscreverem no Cadastro Nacional de Adoção. As famílias habilitadas serão conduzidas no processo pela própria Vara .

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As casas não são orfanatos, são casas de acolhimento para crianças e adolescentes encaminhados pela Vara da Infância e Juventude por terem tido seus direitos violados, estarem expostos à rua, à mendicância e pelo rompimento ou inexistência de vínculos familiares.

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Sim, é resguardado o direito de ir e vir do adolescente, respeitando as normas da casa.

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São mães já falecidas; mães e pais usuários de drogas, pai não identificado ou ausente na criação dos filhos, famílias e parentes também em situação de dependência química ou envolvimento com o tráfico de drogas, no geral, todos advém de contexto de vulnerabilidade e risco social.

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